O Abrace o Marajó não ouviu a população marajoara e violou o direito de consulta das comunidades tradicionais! Do lançamento do programa até agora, a vida das comunidades tradicionais só piorou. As denúncias realizadas precisam ser levadas adiante!
Está nas mãos do Ministério Público Federal levar adiante as denúncias feitas por lideranças quilombolas, ribeirinhas e representantes de movimentos sociais e organizações da sociedade civil em manifestos, notas e nas audiências públicas realizadas nos últimos meses!
Veja as quatros linhas principais das denúncia realizadas:



Ao invés de incluir comunidades tradicionais e a população dos municípios, o governo federal convidou apenas empresários, fazendeiros e políticos para o comitê gestor do programa!


A irmã do Paulo Guedes e a esposa do presidente do BNDES são responsáveis por uma linha de ação com orçamento de R$5 milhões de reais! Nenhuma reunião que Damares realizou com empresários, fazendeiros ou políticos sobre o programa tem ata ou qualquer forma de registro. Quais são os interesses que o programa está escondendo e protegendo?



As invasões, ameaças e violências contra as comunidades rurais se intensificaram desde o lançamento do programa e nenhum avanço foi feito para reconhecer os direitos territoriais dessas comunidades e protegê-las nesses episódios!



O programa tem sido utilizado como palanque eleitoral antecipado para diversa figuras integrantes ou apoiadoras do governo, especialmente a Ministra da Mulher. Política pública não é campanha eleitoral!







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